5 livros de autoria
negra para quebrar
o racismo editorial

Tiago Rogero indica romances
de autores negros que tratam
de fatos históricos e novas formas
de escrever

Foto Divulgação

Tiago Rogero é jornalista,
idealizador dos podcasts “Vidas
negras” (original Spotify produzido
pela Rádio Novelo) e “Negra voz”
(jornal O Globo), pelo qual venceu
o Prêmio Vladimir Herzog em 2020

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Há alguns anos, Rogero decidiu
que só leria livros de autores
negros ou brancos que soubessem
trabalhar bem a questão da
branquitude em suas obras

— Tiago Rogero

“Isso pode soar um pouco
‘agressivo’ ou ‘radical’ (...)
mas um mercado editorial
que por tanto tempo
ignorou a produção
intelectual negra é radical
e agressivo”

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Ao Nexo, ele recomendou cinco
romances que o marcaram no seu
mergulho na literatura negra


Um defeito de cor

Ana Maria Gonçalves

“A pesquisa tão detalhada nos
transporta para um Brasil que
definitivamente não conhecemos.
É uma viagem não só ao passado,
mas para dentro de nós mesmos”


Nada digo de ti,
que em ti não veja

Eliana Alves Cruz

“Um romance histórico e um thriller,
o livro segurou minha atenção da
primeira à última palavra,
com direito a saborosas surpresas”


Garota, mulher, outras

Bernadine Evaristo

“Choca a ideia de um livro sem pontos
finais, aspas; mas qualquer estranheza
é dissipada logo nas primeiras páginas,
com um texto fluido e envolvente”


A dança da água

Ta-Nehisi Coates

“Uma das coisas que mais admiro
na produção midiática dos EUA é a
capacidade de retratar e ressignificar
figuras do passado. E isso Coates faz
com maestria”


Marrom e amarelo

Paulo Scott

“Me trouxe vários momentos [de
aprendizado], com uma crítica e
cativante visão sobre algumas
vivências de negritude em Porto
Alegre, no Sul e no Brasil em geral”

Texto
Tiago Rogero e Fredy Alexandrakis

Arte
Mariana Simonetti

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