Se não há cura, como morrer melhor: a questão dos cuidados paliativos
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Se não há cura, como morrer melhor: a questão dos cuidados paliativos

Doenças graves não significam que não há mais o que fazer. É possível diminuir muito o sofrimento de pacientes em situação terminal, mas a opção não é tão disseminada quanto poderia

Diagnosticado com um câncer incurável no fígado em 2014, o professor de direito Eduardo Henrique Alferes passou os três últimos anos de sua vida realizando um tratamento com quimioterapia para retardar a propagação da doença.

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