Profissão

Como me tornei gestor de investimentos. E a vida entre bancos

Foto: Divulgação

'Costumo dizer que sou um médico que cuida de um órgão exógeno, fora do corpo dos meus 'pacientes', que é o bolso deles'

George Wachsmann é sócio e chefe de gestão da Vitreo. Economista pela USP (Universidade de São Paulo), com mestrado na Universidade Stanford. Começou sua carreira no Unibanco onde ficou por dez anos na área de gestão de recursos, atuando como responsável da área de fundo de fundos. Depois de uma breve passagem pela Fiducia Asset Management, empreendeu ao fundar a Bawm Investments. Sete anos depois, a Bawm fundiu-se à GPS investimentos, maior gestora independente de patrimônio do Brasil. Também foi por duas vezes presidente do Comitê de Gestores de Patrimônio da Anbima. E é árbitro da Câmara FGV de Conciliação e Arbitragem da FGV/RJ (Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro).

Nesta entrevista, ele conta como se tornou gestor de investimentos e fala sobre os desafios, sustos e pontos positivos de atuar no mercado financeiro.

Como você chegou a essa carreira? O que te motiva? Por que você a escolheu?

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