Profissão

‘Me motiva construir dispositivos para o dia a dia das pessoas’

Físico e cantor, Thoroh de Souza criou um centro de pesquisas para desenvolver tecnologias usando grafeno, o material do futuro

Mais forte que o aço, mais transparente que o vidro, mais flexível que o plástico, melhor condutor que o cobre, mais fino e impermeável que qualquer coisa conhecida sobre a Terra. A descrição das características do grafeno, que vem sendo celebrado como um dos mais revolucionários materiais do futuro, lembra conversa de seriado de super-herói. Graças a elas, há cientistas pelo mundo sonhando com uma infinitude de aplicações tecnológicas, que vão transformar qualquer coisa em eletrônico e possibilitar a existência de traquitanas como um celular que você pode dobrar e enfiar no bolso. Ou jogar no chão. Ou pular na piscina com ele.

O mundo inteiro está competindo na corrida para desenvolver produtos com esse material-maravilha. E o Brasil está na corrida, graças a uma iniciativa que foi liderada pelo físico Eunézio Antonio de Souza, mais conhecido como Thoroh, um pesquisador com uma biografia quase tão surpreendente quanto a lista de atributos do grafeno.

Ele comandou o time que criou o Mackgraphe, um centro privado de pesquisa básica e desenvolvimento tecnológico, especializado em grafeno e localizado na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo.

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