Profissão

Como me tornei restauradora e conservadora de arte. E a vida entre museus

Foto: Denise Andrade

Coordenadora do acervo do Masp, ela afirma que há grandes desafios para essa área no Brasil, sendo o principal deles a falta de reconhecimento da profissão

Formada em história, Cecília Winter conta que a princípio visualizava a trajetória acadêmica como sua única via. Aos poucos, começou a se interessar pelos estudos de patrimônio e cultura material e, quando fez seus primeiros trabalhos com catalogação de acervos de museus, sentiu que se encontrou.

 

Atuando na produção e montagem de exposições, descobriu a existência do trabalho de courier – pessoa que acompanha as obras em exposições itinerantes, garantindo sua conservação e integridade. Para fazer isso profissionalmente, no entanto, precisava se especializar em conservação e restauro, o que a levou a uma nova graduação e um mestrado na área, numa temporada de seis anos na França e estágios em museus nos EUA.

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