Europa: os critérios e as polêmicas do passaporte vacinal

Parlamento aprova criação de certificado de imunização, mas discussão sobre vacinas aceitas para entrada em países da União Europeia permanece

O Nexo é um jornal independente sem publicidade financiado por assinaturas. A maior parte de nossos conteúdos são exclusivos para assinantes, mas esta seção é de acesso livre sempre. Aproveite para experimentar o jornal digital mais premiado do Brasil. Conheça nossos planos. Junte-se ao Nexo!

A União Europeia recebeu na quinta-feira (29) um sinal verde do Parlamento do bloco para a criação de uma espécie de passaporte da vacina contra a covid-19. A ideia dos europeus é, com esse documento, retomar de maneira segura o turismo durante o verão no hemisfério norte. As discussões sobre o passaporte devem se estender até junho, mas foi aprovado que quem está imunizado com uma das quatro vacinas chanceladas pela Agência Europeia de Medicamentos pode ter sua entrada permitida nos países do bloco. A possível restrição das marcas de vacinas aceitas para a emissão dos passaportes provocou um série de debates. O Durma com Essa explica a polêmica e as implicações desse controle. Traz também a redatora Isabela Cruz falando sobre a primeira sessão da CPI da covid-19, que aconteceu nesta quinta-feira (29), dia em que o país bateu a marca dos 400 mil mortos pela pandemia, e o repórter especial João Paulo Charleaux comentando os cem dias do presidente dos EUA, Joe Biden, no governo e o primeiro discurso dele no Congresso americano.

Assine o podcast: Soundcloud | iTunes | Google | Spotify | Deezer | Outros apps (RSS)

Colaborou Mauricio Abbade

Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.