Os atrasos e as inconsistências na vacinação no Brasil

Após reduzir previsão de imunizantes disponíveis em maio, ministro da Saúde admite preocupação com entregas para segunda dose da Coronavac. Governo tem feito repetidas reduções no cronograma da campanha nacional

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Numa audiência no Senado na segunda-feira (26), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comentou a vacinação contra a covid-19 no Brasil. Ele admitiu preocupação com o risco de atraso na aplicação da segunda dose da Coronavac, que precisa ser dada até 28 dias depois da primeira, e reclamou da forma como a imprensa cobre a campanha de imunização. As falas ocorreram dias depois do ministério fazer mais uma revisão no cronograma nacional, que reduziu a previsão de doses para maio e estimou que a imunização dos grupos prioritários só vai se encerrar em setembro. O “Durma com essa” trata dos atrasos e das inconsistências no programa de vacinação nacional contra a covid, apesar do histórico na área do país, que já chegou a imunizar 80 milhões de pessoas em três meses durante a crise global da H1N1, em 2010. O programa traz ainda o redator Estêvão Bertoni, que fala sobre os pontos que o governo federal vai precisar explicar na CPI da Covid que começa na terça-feira (27), e o repórter especial João Paulo Charleaux, que comenta o aumento nos gastos militares no mundo em 2020.

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Colaborou Mauricio Abbade

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