Como o anúncio da Pfizer se insere na corrida da vacina

Farmacêutica americana divulga dados preliminares que indicam 90% da eficácia contra a covid-19. Imunizante não faz parte das parcerias do poder público no Brasil

O Nexo é um jornal independente sem publicidade financiado por assinaturas. A maior parte de nossos conteúdos são exclusivos para assinantes, mas esta seção é de acesso livre sempre. Aproveite para experimentar o jornal digital mais premiado do Brasil. Conheça nossos planos. Junte-se ao Nexo!

A farmacêutica americana Pfizer e a empresa de biotecnologia alemã BioNTech anunciaram nesta segunda-feira (9) que resultados preliminares mostraram que o imunizante desenvolvido por elas contra a covid-19 apresentou 90% de eficácia. Nota divulgada à imprensa e ao mercado não tem validade científica, mas é considerada um sinal promissor. O “Durma com essa” explica o anúncio e o que ele acrescenta à corrida da vacina e traz o redator Marcelo Roubicek falando das propostas do presidente eleito dos EUA Joe Biden no setor de tecnologia.

Cadastre-se na newsletter “Durma com essa”, o boletim diário noturno do Nexo que, além de trazer o podcast, apresenta os destaques da produção do jornal.

Colaborou Mauricio Abbade

ESTÁ ERRADO: O programa se refere à vacina russa Sputnik V como Sputnik cinco. Na verdade, é Sputnik vê, com v de vacina.

Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.