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Como Bolsonaro volta a se apoiar na cloroquina na pandemia

Um dia depois de ministro da Saúde alertar para efeitos colaterais, presidente quer que remédio seja usado por pacientes com sintomas leves de covid-19. Enquanto isso, acumulam-se estudos que não identificam sua eficácia contra a doença

    O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (13) que discutiria com o ministro da Saúde, Nelson Teich, sobre a possibilidade de ampliar o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina em pacientes com covid-19, doença causada pelo coronavírus. A recomendação atual da pasta é que o remédio seja usado apenas em casos graves, algo que foi ressaltado por Teich na terça-feira (12). Ministro vem sendo pressionado nas redes bolsonaristas por não defender abertamente o uso do medicamento, que não tem eficácia comprovada contra o coronavírus. Sem remédio nem vacina, a saída apontada por autoridades sanitárias para deter a disseminação do vírus continua sendo o isolamento social. Alguns estados já começam a decretar o lockdown, a medida mais restritiva de quarentena. O redator Estêvão Bertoni explica como essa ação vem sendo adotada no Brasil e quais as suas limitações. Enquanto no Brasil autoridades começam a endurecer as restrições, na Índia o momento é de desconfinamento. De Paris, o correspondente João Paulo Charleaux fala como o governo do país asiático começa a relaxar a maior quarentena do mundo.

    Colaborou Laila Mouallem

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