Babel literária: a difícil tarefa do tradutor de livros

Neste podcast, dois tradutores e uma editora falam sobre os desafios do trabalho de tradução e a rotina profissional

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    Houve um tempo que toda a humanidade se resumia a um grupo de descendentes de Noé. Caminhavam juntos e falavam um só idioma. Certa vez, decidiram construir uma torre tão alta que alcançasse o céu. Deus, então, fez com que cada um falasse um idioma diferente do outro, causando enorme confusão e arruinando a empreitada.

    A Torre de Babel representa o mito cristão para a existência das diversas línguas faladas no mundo. Hoje, o número de idiomas passa de 7.000. Na contramão da tal confusão babélica estão os tradutores.

    O escritor e semiólogo italiano Umberto Eco foi um teórico da tradução. No livro chamado “Quase a mesma coisa”, de 2003, o intelectual diz que traduzir não é “dizer a mesma coisa em outra língua”, mas, sim, mantendo a fidelidade ao texto original, dizer “quase a mesma coisa”.

    Neste podcast, que trata do assunto, participam:

    • Caetano Galindo, professor na UFPR (Universidade Federal do Paraná), conhecido por seu trabalho traduzindo “Ulysses”, de James Joyce;
    • Ana Ban, jornalista e tradutora cujo trabalho envolve livros de Virginia Woolf, infanto-juvenis como “O Diário da Princesa” e quadrinhos de Neil Gaiman;
    • Florencia Ferrari, diretora editoral da Ubu Editora; antes disso, trabalhou 12 anos na Cosac Naify, onde chegou a ocupar o mesmo cargo.

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