Com 29 atletas, equipe de refugiados disputa 12 esportes em Tóquio

Pela segunda vez na história, refugiados tiveram uma delegação própria nos Jogos. Número praticamente triplicou em relação ao Rio

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    O time de refugiados participa dos Jogos Olímpicos pela segunda vez na história. No Japão, a delegação reúne 29 atletas, de 11 países diferentes, que competem em 12 modalidades. O número é quase três vezes o de 2016, quando participaram 10 atletas.

    Metade da equipe vem do Oriente Médio, de países abalados por conflitos militares, como Afeganistão, Irã, Iraque e Síria. A maioria dos atletas está exilada em países da Europa (65,6%), mas um deles treina no Brasil. Nascido na República Democrática do Congo, Popole Misenga mora no Rio de Janeiro e competiu no judô.

    Kizia Alizadeh, bronze em 2016 quando ainda era atleta do Irã, ficou em quinto lugar no taekwondo em 2021, o melhor resultado da delegação que compete sob a bandeira olímpica. Nesta semana, Wael Shueb e Hamoon Derafshipour, no caratê, e Tachlowini Gabriyesos, na maratona, encerram a participação dos refugiados em Tóquio.

    Mapa mundi sobre a origem dos atletas refugiados, a maioria dos atletas são da Síria, com 9 atletas

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