Em Nova York, Queiroga é diagnosticado com covid-19

Ministro da Saúde integra comitiva brasileira nos EUA e acompanhou Bolsonaro em eventos, o mais recente no memorial do 11 de setembro

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que acompanha a comitiva brasileira em viagem a Nova York, nos Estados Unidos, onde o presidente Jair Bolsonaro abriu a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), foi diagnosticado na terça-feira (21) com covid-19. A informação foi revelada pela CNN Brasil e confirmada posteriormente. Ele ficará isolado na cidade americana, em quarentena, por 14 dias, e só então voltará ao Brasil.

Na noite de segunda-feira (20), Queiroga reagiu a um protesto contra Bolsonaro em Nova York. Dentro de uma van, ele se levantou e foi até a janela para exibir o dedo do meio aos manifestantes que chamavam o presidente de “genocida”. Em entrevista à CNN, o ministro disse ter usado máscara durante todo o tempo em que esteve na Assembleia-Geral. Ele disse ainda estar se sentindo bem. Por causa do diagnóstico, o Itamaraty decidiu suspender a presença dos diplomatas brasileiros nas reuniões que ocorreriam na ONU até sexta-feira (24).

Na terça-feira (21), após discursar na abertura da Assembleia Geral, Bolsonaro visitou o memorial do 11 de setembro, em homenagem às vítimas do atentado contra as torres gêmeas do World Trade Center, em 2001. O presidente depositou flores no local. O ministro da Saúde integrou o grupo que acompanhou a visita, assim como tinha feito em outras ocasiões, como no episódio em que os brasileiros comeram pizza na calçada - Bolsonaro não pode entrar em estabelecimentos comerciais de Nova York porque não está vacinado contra a covid-19.

O caso de Queiroga é o segundo entre os integrantes da comitiva brasileira. No sábado (18), um diplomata que foi enviado com antecedência aos Estados Unidos para preparar a viagem presidencial também apresentou resultado positivo no teste para a covid-19.

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