Anvisa autoriza testes com terceira dose da AstraZeneca

Laboratório considera que dose extra pode ser necessária e pediu autorização à agência para testar sua segurança e eficácia

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    A aplicação de uma terceira dose da vacina AstraZeneca, produzida no Brasil pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), terá sua segurança e eficácia medida por um estudo autorizado nesta segunda-feira (19) pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A pesquisa será realizada com 10 mil voluntários somente no Brasil — os participantes serão da Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e São Paulo, segundo nota da Anvisa.

    Patrocinado pelo laboratório anglo-sueco AstraZeneca, que desenvolveu o imunizante em parceira com a Universidade de Oxford, o estudo será feito com pessoas que participaram da pesquisa inicial sobre a eficácia da AstraZeneca e receberam as duas doses da vacina com um intervalo de quatro semanas. O laboratório considera que um reforço pode ser necessário e vai aplicar a terceira dose nos voluntários entre 11 e 13 meses após a segunda.

    A Anvisa também informou nesta segunda (19) que autorizou estudo clínico para avaliar a segurança e eficácia do medicamento Proxalutamida na redução da infecção causada pelo novo coronavírus e no processo inflamatório provocado pela covid-19. Este estudo será feito em participantes ambulatoriais do sexo masculino, diagnosticados com casos de covid leve a moderada.

    A pesquisa será realizada na Alemanha, Argentina, África do Sul, Ucrânia, México, Estados Unidos e no Brasil, onde terá 12 voluntários em Roraima e outros 38 em São Paulo.

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