7 pontos para entender os códigos-fonte das urnas

A dois meses da votação, militares fazem inspeção nos programas do sistema eletrônico. Outras entidades, como o Ministério Público Federal e o Senado, preferiram fazer isso no início do ano eleitoral

    Um grupo de nove militares iniciou na quarta-feira (3) a inspeção aos códigos-fonte das urnas eletrônicas, um procedimento a que as Forças Armadas têm direito como uma das entidades fiscalizadoras do sistema eletrônico de votação autorizadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

    O pedido de acesso foi feito às pressas pelo ministro da Defesa, general da reserva Paulo Sérgio Nogueira, na terça (2), embora o código já esteja disponível para conferência desde outubro de 2021, conforme o TSE comunicou à época. O episódio é mais uma etapa do envolvimento das Forças Armadas no processo eleitoral de 2022, algo que tem sido marcado pelo tensionamento entre a Justiça Eleitoral, constitucionalmente responsável pelas eleições no país, e as Forças Armadas, que não têm papel constitucional nessa seara.

    PARA CONTINUAR LENDO,
    TORNE-SE UM ASSINANTE

    Tenha acesso ilimitado e apoie o jornalismo independente de qualidade

    VOCÊ PODE CANCELAR QUANDO QUISER
    SEM DIFICULDADES

    Já é assinante, entre aqui

    Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.