Como o escândalo do MEC afeta a campanha de Bolsonaro

Cientistas políticos falam ao ‘Nexo’ sobre o possível impacto da operação da Polícia Federal contra ex-ministro da Educação Milton Ribeiro e pastores evangélicos suspeitos de corrupção

    Pré-candidato à eleição daqui a cerca de três meses e segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto, o presidente Jair Bolsonaro ganhou uma nova questão para enfrentar em sua campanha a um novo mandato: a operação da Polícia Federal que realizou na quarta-feira (22) a prisão preventiva de seu amigo e ex-ministro da Educação, o pastor Milton Ribeiro, por suspeitas de corrupção dentro do governo.

    Ribeiro foi solto nesta quinta (23), por decisão do desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, atendendo a pedido da defesa do ex-ministro. Bello considerou que a prisão preventiva (antes de uma condenação) não se justifica, entre outros motivos porque não existiria risco de os crimes investigados prosseguirem, já que Ribeiro não integra mais o governo. O inquérito apura suspeitas de ilegalidades na distribuição de recursos da Educação intermediados por um “gabinete paralelo” de pastores evangélicos sem cargo oficial.

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