Quais as raízes e as consequências da instabilidade no Equador

Movimento indígena, pivô de três quedas presidenciais em oito anos, aumenta pressão sobre Lasso, um presidente politicamente isolado e com a popularidade em queda

    O Equador vive desde 13 de junho uma onda de manifestações, com bloqueios de rodovias, ataques ao comércio e à infraestrutura, por parte de grupos sindicais, indígenas e sociais que protestam contra medidas econômicas adotadas pelo presidente Guillermo Lasso, de direita, que completou seu primeiro ano de governo em 24 de maio.

    O presidente decretou, em 17 de junho, Estado de exceção em 6 das 24 províncias do país. A Assembleia Nacional ratificou a medida na segunda-feira (20), estabelecendo toque de recolher e suspendendo a garantia de certas liberdades individuais nas regiões cobertas pela medida, além de permitir o emprego das Forças Armadas com funções de polícia para lidar com os manifestantes. Mais de 80 pessoas ficaram feridas e 40 foram presas nessas manifestações, até 18 de junho.

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