Prestígio e privilégio: o que os militares pedem e recebem do TSE

Ecoando discurso golpista de Bolsonaro, Forças Armadas seguem cobrando diálogo com tribunal apesar de numerosas oportunidades dadas pela corte. Defesa reafirma que vai fiscalizar eleição, e Ministério da Justiça diz que PF fará o mesmo

    Representante das Forças Armadas na Comissão de Transparência das Eleições, o general da ativa Heber Garcia Portella se manteve calado na reunião virtual do grupo realizada nesta segunda-feira (20) pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

    Contrastando com o silêncio de Portella, o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, também general da ativa, reiterou no mesmo dia que os militares precisam de reunião exclusiva com os técnicos do tribunal. Em busca da reeleição e longe do favoritismo nas pesquisas de intenção de voto, o presidente Jair Bolsonaro joga dúvidas sobre o processo eleitoral e mobiliza seus ministérios da Defesa e da Justiça, com uso da Polícia Federal, para fazer o mesmo.

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