Como o radicalismo trumpista cresce no Partido Republicano

Candidatos respaldados por Trump e adeptos de teorias conspiracionistas sobre as eleições de 2020 ganham força na legenda e fazem crescer o extremismo nas disputas de meio de mandato

    O jornal americano The New York Times traz uma reportagem em sua edição desta quarta-feira (15) na qual afirma que o Partido Republicano, apresentado como favorito nas eleições parlamentares de meio de mandato, marcadas para 8 de novembro, está sob controle de seus membros mais radicais, que formam parte de uma extrema direita envolvida com falsas denúncias de fraude nas eleições presidenciais de 2020 e na invasão ao Capitólio, a sede do Congresso americano, em 6 de novembro de 2021.

    Essa hegemonia da ala trumpista se expressa no perfil dos candidatos que estão sendo escolhidos nas primárias do partido para disputar as 435 vagas na Câmara dos Deputados e os 34 dos 100 assentos do Senado que estarão em jogo nas chamadas “midterm elections”, ou eleições de meio de mandato, que devem redesenhar as forças no Congresso americano a partir de 2023. Além disso, os governos da maioria dos estados americanos também estarão em disputa.

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