Os grupos de Israel que inflamam o conflito contra palestinos

Organizações de extrema direita atacam muçulmanos e jornalistas em protesto na disputada Jerusalém. Ministro da Defesa fala em ‘terrorismo’ doméstico

    Pelo menos 50 pessoas foram detidas e mais de 60 ficaram feridas, entre elas 23 hospitalizadas, depois que grupos ultranacionalistas da extrema direita israelense marcharam pela principal via que corta o Bairro Muçulmano da Cidade Velha de Jerusalém, neste domingo (29).

    A data marca a celebração da chamada Marcha das Bandeiras, na qual israelenses relembram a entrada de seu Exército na porção oriental de Jerusalém, durante a Guerra dos Seis Dias, travada contra os vizinhos árabes, em 1967. Na comemoração deste domingo (29), israelenses entoaram cânticos de “morte aos árabes” e agrediram muçulmanos e jornalistas.

    PARA CONTINUAR LENDO,
    TORNE-SE UM ASSINANTE

    Tenha acesso ilimitado e apoie o jornalismo independente de qualidade

    VOCÊ PODE CANCELAR QUANDO QUISER
    SEM DIFICULDADES

    Já é assinante, entre aqui

    Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.