Por que Bolsonaro faz tanta troca na chefia da Petrobras

Coelho é demitido 39 dias após a posse. Roteiro-padrão do presidente é reclamar da alta de combustíveis, mudar nomes e não mexer na política de preços. Proximidade de eleições aumenta pressão sobre Planalto

    O presidente Jair Bolsonaro demitiu José Mauro Coelho do comando da Petrobras na segunda-feira (23), depois de apenas 39 dias no cargo. O novo indicado para a presidência da estatal é Caio Paes de Andrade, secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, e nome ligado ao ministro da Economia, Paulo Guedes.

    Essa é a terceira troca de chefia da Petrobras no governo Bolsonaro. As mudanças seguem um roteiro-padrão: os combustíveis aumentam, Bolsonaro reclama publicamente da política de preços da estatal, substitui nomes na empresa, e nada muda na prática.

    PARA CONTINUAR LENDO,
    TORNE-SE UM ASSINANTE

    Tenha acesso ilimitado e apoie o jornalismo independente de qualidade

    VOCÊ PODE CANCELAR QUANDO QUISER
    SEM DIFICULDADES

    Já é assinante, entre aqui

    Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.