Como bombas fiscais afetam a economia e a vida dos cidadãos

Congresso e governo avançam em pautas que elevam despesas e diminuem arrecadação em 2023. O ‘Nexo’ elenca as medidas tomadas em ano eleitoral e explica seus impactos

    A poucos meses da eleição presidencial de outubro de 2022, o governo de Jair Bolsonaro e o Congresso investem em medidas que geram novos gastos permanentes ou diminuem a arrecadação de tributos em 2022 e nos próximos anos. As medidas deixam boa parte da conta a ser paga em 2023 e adiante.

    A expressão “bomba fiscal” é usada muitas vezes para descrever essas medidas que podem “explodir” as contas do governo. Em 2022, num contexto eleitoral, elas abrem também a possibilidade de o governo alterar mais uma vez o teto de gastos – regra que limita as despesas do governo a um nível pré-determinado – para comportar um aumento de gastos.

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