A nova leva de games que questiona o sentido da guerra

Títulos recentes trazem proposta de reflexão sobre os conflitos militares, fugindo dos moldes tradicionais de jogos com teor belicista

    A invasão da Ucrânia pela Rússia aumentou o interesse global pelo game “Point of No Return”, de 2020. Desenvolvido pelo programador ucraniano Alexey Furman, o jogo coloca o público na pele de um soldado na região separatista do Donbass, região no leste ucraniano que é um dos focos do conflito.

    A ideia de Furman é fugir dos padrões dos games de guerra, onde o jogador precisa manejar armas, matar inimigos e pensar em estratégias. “Point of No Return” não tem grandes sequências de ação. O jogo quer fazer com que o público entenda os traumas psicológicos decorrentes de uma guerra e como o confronto pode afetar milhares de pessoas no longo prazo.

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