Quais os sinais de distensão na Ucrânia. E o que ainda preocupa

Moscou fala em retirada parcial de tropas, mas emite mensagens ambíguas sobre o fim da crise, enquanto potências da Otan mostram reações que vão da cautela ao ceticismo total

    O governo da Rússia anunciou nesta terça-feira (15) o recuo de parte de seu efetivo militar que estava engajado em operações na fronteira com a Ucrânia. O movimento ocorre um dia depois de o presidente Vladimir Putin ter mantido reuniões televisionadas com seus ministros da Defesa e das Relações Exteriores, marcadas por diálogos que foram interpretados no Ocidente como o início de uma desejada desescalada.

    Do lado contrário, na Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), as declarações russas foram recebidas com um “otimismo cauteloso”, nas palavras de seu secretário-geral, o norueguês Jens Stoltenberg. Para ele, é preciso que as palavras venham acompanhadas de uma “desescalada no terreno”, referindo-se a um recuo real das tropas de Putin que estão mobilizadas em vários exercícios na região.

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