Os acertos e brechas de Moraes ao investigar Bolsonaro 

Métodos do ministro do Supremo contornam uma Procuradoria-Geral da República inerte diante do desgaste permanente de instituições. Mas dividem a comunidade jurídica a respeito de seus fundamentos e efeitos

    Ministro do Supremo Tribunal Federal e futuro presidente do Tribunal Superior Eleitoral, num mandato que começa em agosto e abarcará as eleições de 2022, Alexandre de Moraes se tornou no campo da Justiça um dos principais antagonistas de Jair Bolsonaro.

    No comando de inquéritos criminais que cercam familiares e apoiadores do presidente, Moraes já abriu diferentes frentes de investigação diretamente contra Bolsonaro também. As decisões do ministro respondem a pedidos da Justiça Eleitoral e da CPI da Covid diante da inação do procurador-geral da República, Augusto Aras, em fiscalizar o chefe do Executivo. Mas despertam debates na comunidade jurídica:

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