O que faz o Arquivo Nacional. E por que ele passa por uma crise

Servidoras do órgão foram exoneradas de seus cargos dias após levantarem preocupações com decreto de Bolsonaro que flexibiliza eliminação de documentos

    Nove dias após apresentarem preocupações quanto a um decreto editado pelo presidente Jair Bolsonaro, duas servidoras em posições-chaves do Arquivo Nacional foram remanejadas a outras áreas, segundo informações do jornal O Globo. A exoneração, que aconteceu em 31 de dezembro, foi uma decisão do diretor-geral Ricardo Borda d’Água — cuja nomeação ao cargo, em novembro de 2021, gerou insatisfação entre arquivistas e historiadores devido à sua falta de proximidade com a área.

    Em um ofício encaminhado na quarta-feira (5), o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e os deputados federais Felipe Rigoni (PSL-ES) e Tabata Amaral (PSB-SP) pediram esclarecimentos sobre a transferência das funcionárias Dilma Cabral, ex-supervisora da equipe do projeto Memória da Administração Pública Brasileira, e Cláudia Lacombe, ex-supervisora de Gestão de Documentos Digitais e Não Digitais.

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