Como os sistemas de saúde tratam a redesignação sexual

Desembargadores paulistas negaram custeio de cirurgia por plano privado argumentando que o procedimento é ‘meramente estético’. SUS atende os casos, mas sofre com gargalos

Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo negaram no final de setembro um pedido de uma mulher transexual para que seu plano de saúde custeasse uma cirurgia de redesignação sexual. Para eles, o procedimento é “meramente estético” e deve ser pago pela própria paciente.

A decisão, que ganhou a atenção pública recentemente, se soma a outras dificuldades que a população transgênero tem enfrentado ao procurar tratamentos hospitalares ou ambulatoriais.

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