Como o Enem virou alvo da guerra cultural da extrema direita

Após sua ampliação nos governos petistas, exame foi acusado de ‘doutrinação ideológica’ por colunistas e movimentos como Escola Sem Partido, que alimentaram críticas abraçadas por Bolsonaro

    A crise que atinge o Inep, órgão responsável pelo Enem, às vésperas da realização da prova, em 21 e 28 de novembro, envolve a exclusão de questões que o governo considera de “viés esquerdista” e o pedido do presidente Jair Bolsonaro para que o termo golpe de 1964 seja trocado por “revolução”. Desde 2019, o exame sofre interferências diretas para que temas que desagradam o presidente sejam evitados.

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