A epidemia de sequestros que apavora o Haiti

Mais de 600 casos foram registrados no país em 2021, com participação de mais de 160 grupos armados locais

    Um grupo de 16 missionários americanos e um canadense, incluindo seis mulheres e cinco crianças, foi sequestrado por uma gangue haitiana chamada 400 mawozo (“homens inexperientes”, em creole), no sábado (16), em Croix-des-Bouquets, a 13 km de Porto Príncipe, capital do país.

    Três dias depois do sequestro, o grupo divulgou um pedido de resgate no valor de US$ 17 milhões, o que equivale a R$ 94,5 milhões no câmbio da data. O caso está longe de ser um episódio isolado. O Haiti é chamado pelo jornal britânico The Guardian de “a capital mundial do sequestro”, mas os casos só ganham destaque quando envolvem estrangeiros.

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