O colapso da Ozy, empresa de mídia que enganou investidores

Veículo digital fechou as portas em meio a suspeitas de que teria maquiado números de audiência para atrair financiadores do Vale do Silício

    O grupo de mídia digital americano Ozy Media encerrou suas operações no dia 1º de outubro, menos de uma semana após uma reportagem do jornal The New York Times levantar suspeitas sobre os negócios da empresa. A principal revelação é de que o cofundador Samir Rao fingiu ser um executivo do YouTube em uma ligação com o banco Goldman Sachs para defender um investimento de US$ 40 milhões na Ozy.

    Outras reportagens publicadas desde então têm mostrado que a imagem projetada pela empresa — de um veículo à frente das tendências e com grande adesão do público millennial — pode ter sido uma ilusão criada para atrair financiadores do Vale do Silício. A trajetória atraiu comparações com o caso da startup de biomedicina Theranos, cuja fundadora Elizabeth Holmes atualmente é ré em julgamento por fraude e formação de quadrilha.

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