Quando a crise de energia vira um racionamento de fato

Especialistas associam o conceito a reduções compulsórias no consumo. Governo segue evitando essa possibilidade, enquanto Bolsonaro faz apelo: ‘se puder apagar uma luz na tua casa, apaga’

    A redução do nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas em meio à grave crise hídrica tem levado a um aumento no risco de faltar energia no Brasil em 2021. O governo federal vem adotando medidas como acionamento de usinas termelétricas, importação de energia, aumento das bandeiras tarifárias e programa de incentivo de economia de energia em indústrias.

    A palavra “racionamento”, no entanto, permanece sendo evitada pela equipe do presidente Jair Bolsonaro. A política, considerada altamente impopular e custosa economicamente, foi descartada repetidas vezes pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

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