Por que o DEM e PSL querem se fundir. E qual seria o resultado

União pode formar a maior bancada da Câmara e receber a maior fatia dos fundos públicos. Decisão avança mas ainda depende de próximos passos

    A cúpula do DEM deu aval na terça-feira (21) para a continuidade do processo de fusão da sigla com o PSL. A medida, que ainda depende de outros passos, tem potencial de criar um partido com o maior número de cadeiras no Congresso Nacional, e com um volume igualmente significativo de verba dos fundos partidário e eleitoral.

    A negociação ocorre a um ano das eleições de 2022, num momento em que ambos os partidos enfrentam percalços. Neste texto, o Nexo mostra o que pode mudar com a fusão, explica o contexto em que a medida é negociada e ouve cientistas políticos sobre suas perspectivas.

    PARA CONTINUAR LENDO,
    TORNE-SE UM ASSINANTE

    Tenha acesso ilimitado e apoie o jornalismo independente de qualidade

    VOCÊ PODE CANCELAR QUANDO QUISER
    SEM DIFICULDADES

    Já é assinante, entre aqui

    Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.