Bolsonaro na ONU: a expectativa para sua 3ª Assembleia Geral

Depois de dois discursos combativos, presidente brasileiro chega à reunião das Nações Unidas mais isolado entre líderes mundiais, e com cobrança crescente sobre meio ambiente e pandemia

    O presidente Jair Bolsonaro faz nesta terça-feira (21) o discurso de abertura da 76ª Sessão da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York. A expectativa para o pronunciamento – o terceiro desde que ele assumiu a Presidência do Brasil, em janeiro de 2019 – está marcada pela pandemia e pela adesão do presidente brasileiro ao negacionismo que contribuiu para que o país acumulasse mais de 590 mil mortos pela covid-19 até a data.

    A ONU não obriga as comitivas a apresentarem comprovantes de vacinação. Já a Prefeitura de Nova York exige passaporte vacinal para entrada em lugares públicos, mas o edifício-sede da entidade é considerado território internacional. Bolsonaro diz que não se vacinou contra a covid-19, e seu comportamento é visto como uma afronta às recomendações sanitárias internacionais – com alguns especialistas em saúde pública acusando-o de conduzir uma política “genocida” na pandemia.

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