As reviravoltas na apuração da morte do presidente do Haiti

Procura pelos culpados de assassinar Jovenel Moïse dá lugar a brigas políticas num enredo com muitos suspeitos e poucas evidências

    O primeiro-ministro do Haiti, Ariel Henry, demitiu nesta terça-feira (14) o procurador-geral do país, Bed-Ford Claude. A decisão foi tomada depois de Claude ter apontado Henry como suspeito pelo assassinato do presidente Jovenel Moïse, morto a tiros, dentro de casa, no dia 7 de julho de 2021.

    O caso representa mais uma reviravolta nas investigações de um assassinato político que, passados dois meses, ainda permanece sem solução, o que agrega incerteza e instabilidade num país cuja história é marcada por episódios violentos de ruptura institucional.

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