O destino incerto do corpo do fundador do Sendero Luminoso

O guerrilheiro Abimael Guzmán morreu em prisão perpétua. Procuradores e parlamentares pedem que seus restos sejam cremados, para evitar que seu túmulo seja local de peregrinações políticas

    Abimael Guzmán, fundador e líder do grupo guerrilheiro de extrema esquerda Sendero Luminoso, morreu no sábado (11), aos 86 anos, de pneumonia, na prisão da Base Naval de Callao, onde, desde 1992, cumpria pena perpétua.

    A morte de Guzmán abriu imediatamente um debate na sociedade peruana sobre o que fazer com os restos mortais do guerrilheiro: a esposa, Elena Iparraguirre, reivindica o direito de decidir, mas ela também está em prisão perpétua. Autoridades políticas e judiciárias defendem a cremação e o lançamento das cinzas ao mar, sob temor de que sua tumba possa se converter em local de peregrinação e culto.

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