Por que a ideia de uma ‘terceira via’ patina no Brasil

Após atos esvaziados com presença de candidatos que tentam espaço entre Lula e Bolsonaro, o ‘Nexo’ conversou com um historiador e um cientista político sobre a viabilidade de um terceiro nome para 2022

    O esvaziamento dos atos organizados por MBL (Movimento Brasil Livre) e Vem Pra Rua no domingo (12) evidenciou os limites da proposta de uma “terceira via” para romper a polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro nas eleições de 2022.

    Chamados inicialmente pelo mote “nem Lula nem Bolsonaro”, os protestos tiveram apoio de políticos como Ciro Gomes (PDT) e João Doria (PSDB), que se apresentam como alternativas para o próximo pleito. Mas a adesão foi menor que de atos da esquerda entre maio e julho deste ano e do ato bolsonarista em 7 de setembro.

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