Como a ‘girlboss’ foi de símbolo feminista a alvo de zombaria

Figura de jovem empreendedora que prometia melhorar condições de trabalho para mulheres passou a representar as limitações do ‘empoderamento’ individual

    O serviço de streaming Amazon Prime Video lançou na sexta-feira (3) uma nova versão do clássico conto de fadas “Cinderela”, estrelado pela cantora pop e ex-membro do grupo Fifth Harmony, Camila Cabello. O filme faz uma atualização feminista do enredo original: a protagonista não é mais uma pobre indefesa aguardando seu príncipe encantado, e sim uma hábil costureira que sonha em abrir seu próprio negócio.

    Desde que o trailer do musical foi divulgado, em 3 agosto, público e mídia têm classificado essa Cinderela reimaginada como uma “girlboss”. O termo é uma junção das palavras “girl” e “boss” (“menina” e “chefe”, em inglês), e costumava ser usado para celebrar a inclusão de mulheres em posições de poder tradicionalmente ocupadas por homens.

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