O impasse dos precatórios resumido em 6 pontos

O ‘Nexo’ explica a tentativa do governo de parcelar suas dívidas judiciais para conseguir bancar o novo programa social de Bolsonaro

    O governo de Jair Bolsonaro tem um impasse nas mãos sobre como encaixar o pagamento de precatórios – dívidas judiciais da União – no Orçamento de 2022. No final de julho, a Justiça informou ao Ministério da Economia o montante a ser pago em precatórios em 2022 – o valor ultrapassa a projeção inicial do governo em mais de R$ 30 bilhões.

    A situação ameaça o espaço fiscal previsto para bancar a substituição e ampliação do Bolsa Família, uma das principais promessas de Bolsonaro na área social. Para liberar recursos no Orçamento para financiar o programa, a equipe econômica deve propor o parcelamento dos precatórios – ideia que é mal recebida por muitos economistas, que acusam calote do governo.

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