O retorno do Gawker. E sua marca no jornalismo digital

Site de fofocas havia fechado as portas em 2016 após perder um processo do lutador de luta-livre Hulk Hogan. Abordagem e linguagem viraram referência para outras publicações

    O influente site de fofocas Gawker.com foi relançado na quarta-feira (28) sob nova direção, depois de cinco anos inativo. A publicação fechou as portas em 2016, quando declarou falência após ser condenada na Justiça a pagar uma indenização de US$ 140 milhões por vazar um vídeo íntimo do lutador de luta-livre Hulk Hogan. Em 2018, o veículo foi comprado pelo conglomerado Bustle Digital Group, que faz agora uma segunda tentativa de reviver o site — a primeira aconteceu em 2019, mas foi cancelada antes de ir ao ar.

    Fundado em 2002 pelo britânico Nick Denton, o Gawker foi pioneiro de um estilo irreverente que marcou o jornalismo digital dos anos 2000. O site começou como um blog sobre celebridades e cresceu com o tempo, dando origem a uma série de outras publicações do mesmo grupo: Jezebel, Deadspin, Gizmodo, Kotaku, entre outras.

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