Entre ameaças e ataques à urna: quais os riscos para a eleição 

Em meio a discurso golpista sobre voto impresso, investidas de militares e desgaste do governo, especialistas analisam ao ‘Nexo’ as perspectivas para a realização da disputa de 2022 

    Os vários tons do discurso golpista adotado pelo presidente Jair Bolsonaro e por membros do seu governo em relação à realização das eleições de 2022 ocuparam de forma intensa o debate público na quinta-feira (22), com a publicação de uma reportagem do jornal Estado de S. Paulo. De acordo com o veículo, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), teria recebido um recado de um interlocutor do ministro da Defesa, o general da reserva Walter Braga Netto, de que não haveria eleições em 2022 sem a aprovação do voto impresso no Congresso, pauta encampada de forma insistente por Bolsonaro.

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