As pressões pelo cultivo da maconha medicinal no Brasil

Preço de remédios com base na planta, utilizados contra epilepsia e dores crônicas, é proibitivo no país. Familiares de pacientes, ativistas e políticos defendem liberação do plantio para que tratamento fique mais acessível

Em janeiro de 2020, mães, pais e voluntários de Marília, interior de São Paulo, fundaram a Maléli, primeira associação de cannabis medicinal da região centro-oeste do estado. Com mais de 200 filiados, a entidade tem como objetivo dar informação e facilitar o acesso a remédios derivados de maconha. Suas ações incluem a conexão entre pacientes e médicos pelo país que receitam medicamentos canábicos e o fornecimento de remédios a custo menor.

O nome da entidade faz referência a duas crianças, Mateus e Letícia, que recorrem à substância como tratamento contra a epilepsia. Os dois foram beneficiados por uma ação judicial conjunta em que seus pais obtiveram permissão para comprar sementes de maconha e produzir óleo extraído da planta.

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