As máscaras elétricas que prometem mais conforto na pandemia

Munidas de ventiladores, produtos de diversos fabricantes querem proporcionar experiência menos incômoda

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Com a pandemia do novo coronavírus, o uso de máscaras faciais se tornou um hábito diário – e, em muitos lugares, incluindo boa parte do Brasil, prática obrigatória para entrar em estabelecimentos públicos.

Porém, o uso das máscaras, em muitas ocasiões, pode ser desconfortável, já que a região da boca e do nariz fica abafada, o ar entra com mais dificuldade e os óculos embaçam.

Dado o incômodo, aumentaram as buscas por máscaras elétricas, que prometem proteção e mais conforto ao usuário.

Os principais modelos

Um dos principais modelos de máscara elétrica disponível é a Purely, fabricada pela chinesa Xiaomi, marca que caiu no gosto dos brasileiros na segunda metade da década de 2010, especialmente por seus smartphones baratos e de qualidade.

A Purely é feita a partir de uma fibra plástica e conta com um ventilador munido de purificador de ar que funciona em três velocidades diferentes.

A máscara não foi lançada oficialmente no Brasil, mas pode ser encontrada em lojas de importados por valores que vão dos R$ 250 a R$ 450. Já o valor dos refis do purificador de ar, que devem ser substituídos semanalmente, está na casa dos R$ 200 (em uma caixa com 30 unidades).

A Xiaomi também colocou no mercado a Hootim. Feita com plástico e silicone, a máscara, mais resistente que a Purely, conta com um ventilador de quatro velocidades, também munido de um purificador de ar.

A Hootim também não chegou ao Brasil de forma oficial, mas pode ser encontrada em lojas de importados na casa dos R$ 350. Os filtros, que devem ser substituídos semanalmente, custam por volta de R$ 100, numa caixa com cinco unidades.

A holandesa Philips conta com a Fresh Air Mask em seu catálogo. Feita com malha de plástico, ela conta com um ventilador que gira em três velocidades distintas.

Indisponível no Brasil, a Fresh Air Mask pode ser adquirida por US$ 189 em lojas estrangeiras, com a caixa de cinco filtros extras custando US$ 30.

Em agosto de 2020, a LG anunciou a máscara PuriCare. Feita de plástico, ela conta com dois ventiladores munidos de filtros de ar, além de um aplicativo próprio que avisa quando os filtros devem ser substituídos.

Até 14 de dezembro de 2020, a PuriCare só estava disponível para compra em Hong Kong, custando 1.180 dólares hong-konguêses, o equivalente a cerca de R$ 789.

A eficiência das máscaras elétricas

Todos esses modelos de máscara são do tipo N95, o considerado mais seguro para proteção contra o novo coronavírus.

As máscaras N95 filtram até 99% dos microrganismos presentes no ar, além de poluentes e outras impurezas.

Os ventiladores embutidos nas máscaras estão ali apenas para dar mais conforto ao usuário, não para garantir uma barreira extra contra o vírus.

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