A crise das vacinas e os limites da ideia de um Bolsonaro moderado

Presidente parou de ameaçar outros Poderes no segundo semestre de 2020 e estabeleceu pontes com Congresso e Supremo. Mas difusão de notícias falsas e negacionismo na pandemia permanecem

    Desde que o policial militar aposentado Fabrício Queiroz foi preso em Atibaia, no interior de São Paulo, em junho, Jair Bolsonaro parou de fazer ameaças abertas de ruptura institucional e passou a estabelecer pontes com o Congresso e o Supremo. Essa é uma das marcas do presidente no segundo semestre de 2020, mas não é a única.

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