Os projetos que mapeiam a ‘diáspora científica’ do Brasil

Número de acadêmicos brasileiros que migraram para o exterior cresceu nas décadas de 2000 e 2010. Cientistas alertam para fuga de cérebros mas também realçam o papel de redes internacionais de pesquisadores

    Ativo desde junho de 2020, o projeto Diáspora Científica do Brasilpretende fazer um levantamento estruturado e contínuo de pesquisadores que deixaram o Brasil para atuar em instituições de outros países.

    A iniciativa reúne dados para visualização no Google Maps, incluindo informações de área de atuação e atual condição dos pesquisadores – efetivos ou doutorandos, pós-doutorandos e pesquisadores visitantes. No Twitter, a iniciativa divulga perfis e produções de acadêmicos que se instalaram no exterior, como a antropóloga Débora Diniz (hoje na Universidade Brown, nos EUA), a economista Monica de Bolle (no Peterson Institute for International Economics, nos EUA), a antropóloga Rosana Pinheiro-Machado (na Universidade de Bath, no Reino Unido) e o jurista Silvio Almeida (na Universidade Duke, nos EUA).

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