Como a sucessão na Suprema Corte tensiona a eleição nos EUA

Membro do tribunal desde 1993, juíza progressista Ruth Bader Ginsburg morreu a menos de dois meses da disputa pela Casa Branca

    Com a morte da juíza da Suprema Corte Ruth Bader Ginsburg na sexta-feira (18), aos 87 anos, os Estados Unidos perderam uma magistrada progressista, símbolo da luta pela igualdade de gênero no país. Agora, um novo juiz terá de ser escolhido para substituí-la.

    A abertura de vagas no tribunal costuma mobilizar a opinião pública americana. A cadeira deixada vaga por Ginsburg, porém, tem um peso ainda maior para a política de um país às vésperas das eleições presidenciais, com intensa polarização entre democratas e republicanos.

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