Reforma administrativa: o que foi proposto e o que ficou para depois

Governo apresenta primeira parte da reformulação do funcionalismo público, que retira a estabilidade de uma parcela dos servidores. O ‘Nexo’ falou com dois professores sobre os efeitos das possíveis mudanças

    O governo federal enviou ao Congresso na quinta-feira (3) a primeira parte da reforma administrativa. A proposta quer reduzir os gastos do governo a longo prazo, com a promessa de tornar a máquina pública mais eficiente.

    A reformulação do funcionalismo público é uma bandeira do ministro da Economia, Paulo Guedes, desde a campanha eleitoral de 2018. A proposta não altera o regime de quem já trabalha para o Estado, e vale apenas para quem começar o serviço público após uma eventual aprovação do texto. O texto altera regras para servidores federais, estaduais e municipais.

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