Sem remédios básicos para UTI, com cloroquina de sobra

Órgãos de controle apontam baixa execução orçamentária e decisões desencontradas de um Ministério da Saúde que está sem titular desde 15 de maio

Sem contar com um ministro titular desde 15 de maio, o Ministério da Saúde acumula exemplos de má administração de recursos e ineficiência nas ações na pandemia. As críticas à gestão interina do general Eduardo Pazuello, que completou 70 dias no cargo na sexta-feira (24), devem-se à baixa execução orçamentária, incapacidade de garantir medicamentos essenciais e apostas na cloroquina, remédio sem eficácia contra a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

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