Como começar a ver 007, a mais longeva saga do cinema

Franquia do James Bond tem quase seis décadas. Neste episódio do ‘Como começar’, críticos ajudam a entender como ela reflete a história do cinema e do mundo nesse período

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Vinte e cinco filmes. Essa é a marca que a franquia James Bond bateria com “007 – Sem tempo para morrer”, se tivesse sido lançado em abril de 2020. Com a pandemia do novo coronavírus, o filme foi adiado para novembro.

Será a quinta vez, e provavelmente última, que Daniel Craig encarna o espião mais famoso do cinema. Antes dele, cinco outros atores deram vida às aventuras internacionais do agente, que começaram na década de 1950 a partir dos livros de Ian Fleming.

Bond enfrentou dezenas de vilões, em especial russos, levantando a bandeira do anticomunismo no cinema num momento em que EUA e União Soviética rivalizavam na Guerra Fria. Contava, para isso, com gadgets, carros, roupas e bebidas caras. Flertava também com diversas mulheres que cruzavam seu caminho.

Neste podcast, o Nexo conta a trajetória do espião e como ela se relaciona com a história do cinema e do mundo. Ao longo desses quase 60 anos, a franquia precisou se reinventar, especialmente na caracterização feminina e racial. Mas as mudanças extrapolam as demandas de representatividade.

Marcos Kontze, jornalista e criador do site James Bond Brasil, há nove anos no ar; Raphaela Ximenes, jornalista, pesquisadora e crítica de cinema membro do coletivo Elvira de mulheres críticas; e Roberto Sadovski, jornalista e crítico de cinema do site Uol, ajudam a fazer esse resgate histórico.

Filmes citados

  • Filmes da franquia 007
  • “007 — Nunca mais outra vez” (Irvin Kershner, 1983)
  • “Tom Jones” (Tony Richardson, 1963)
  • “A hard day’s night” (Richard Lester, 1964)
  • “A identidade Bourne” (Doug Liman, 2002)
  • “Batman begins” (Christopher Nolan, 2005)
  • “Austin Powers” (Jay Roach, 1997)

Músicas do programa

Referências teóricas

Edição de som de Laila Mouallem

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