A resposta do governo ao óleo no Nordeste. E as críticas à sua demora

Manchas de petróleo cru já chegaram a 156 localidades em 71 municípios de todos os estados da região. Para especialistas, Brasília tem ignorado medidas previstas em plano de contingência

     

    A resposta do governo federal à mancha de óleo que se espalhou pelo litoral do Nordeste é lenta e tímida na avaliação de especialistas. Em 45 dias, desde que os primeiros sinais do vazamento apareceram, a situação não chegou a ensejar nem um gabinete de crise, medida prevista em lei como parte de planos de contingência para situações desse tipo.

    O espalhamento de petróleo cru que atinge o litoral dos nove estados do Nordeste já é o maior vazamento do tipo em extensão da história do país, segundo David Zee, professor da Faculdade de Oceanografia da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

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