O BNDES, de Lula, Dilma, Temer e Bolsonaro

Das ‘campeãs nacionais’ à ‘caixa-preta’, banco passou por mudanças em suas políticas, desembolsos e juros entre 2003 e 2019

     

     

    O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) vem passando por transformações profundas desde o impeachment de Dilma Rousseff. Sob Temer e Bolsonaro, o órgão tem enfrentado alterações em suas prioridades e diretrizes. Os movimentos afastam o banco de sua configuração nos governos petistas, em que poucas empresas recebiam grandes aportes a juros abaixo do valor de mercado.

    PARA CONTINUAR LENDO,
    TORNE-SE UM ASSINANTE

    Tenha acesso ilimitado e apoie o jornalismo independente de qualidade

    VOCÊ PODE CANCELAR QUANDO QUISER
    SEM DIFICULDADES

    Já é assinante, entre aqui

    Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.