A sombra da censura nas ações do governo na área cultural

Em casos diversos, artistas dizem que há cerco à liberdade de expressão em medidas de entidades como Caixa Econômica, Banco do Brasil e Ancine

     

    Ao longo de 2019, em uma série de casos distintos, artistas disseram ser alvo de ações ilegais de censura e de um cerco à liberdade de expressão no Brasil. As críticas abrangem diferentes áreas, como cinema, teatro, audiovisual, literatura e artes visuais e têm como alvo, principalmente, medidas do governo do presidente Jair Bolsonaro.

    Como em outras áreas, as políticas públicas do governo para cultura podem ser feitas por meio da administração direta — quando a ação parte da Presidência ou de ministérios — ou da administração indireta — quando envolve estatais, autarquias ou fundações. Essas suspeitas de censura em 2019 envolvem os dois tipos de administração.

    PARA CONTINUAR LENDO,
    TORNE-SE UM ASSINANTE

    Tenha acesso ilimitado e apoie o jornalismo independente de qualidade

    VOCÊ PODE CANCELAR QUANDO QUISER
    SEM DIFICULDADES

    Já é assinante, entre aqui

    Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.